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This book provides a comprehensive assessment of the connection between processes of neoliberalization and the advancement and transformation of technoscience. Drawing on a range of theoretical insights, it explores a variety of issues including the digital revolution and the rise of immaterial culture, the rationale of psychiatric reforms and biotechnology regulation, discourses of social threats and human enhancement, and carbon markets and green energy policies. A rich exploration of the overall logic of technoscientific innovation within late capitalism, and the emergence of a novel view of human agency with regard to the social and natural world, this volume reveals the interdependence of technoscience and the neoliberalization of society. Presenting the latest research from a leading team of scholars, Neoliberalism and Technoscience will be of interest to scholars of sociology, politics, geography and science and technology studies.
This book presents a collection of studies on the circulation of Jean Piaget’s ideas and works between Europe and Latin America, and how this transnational legacy influenced different fields of research and practice, such as psychology, education and philosophy. The volume brings together contributions presented at the International Colloquium Jean Piaget in Brazil and Latin America, held during the 38th Annual Helena Antipoff Meeting, organized by the Federal University of Minas Gerais, Brazil, in collaboration with the University of Geneva, Switzerland. The book is organized in three parts. Chapters in the first part analyze Piaget’s role as a builder of an international network in psy...
O que o governo, tema da vida coletiva, tem a ver com a psicologia, ciência da vida privada? Se seguíssemos a filosofia política tradicional, a partir de uma tentativa de justificar ou legitimar os dispositivos de soberania do Estado, não encontraríamos qualquer conexão. A perspectiva muda quando tomamos o conceito de governo como "genealogia do Estado moderno", projeto empreendido por Michel Foucault, no final dos anos 1970. Esse projeto foi retomado por inúmeros outros autores, como Michel Senellart, Graham Burchel, Colin Gordon, Peter Miller e Nikolas Rose. Para evitar a confusão com outros possíveis conceitos de governo, Foucault usa o termo "governamentalidade", enquanto "manei...
The Limits of Criminological Positivism: The Movement for Criminal Law Reform in the West, 1870-1940 presents the first major study of the limits of criminological positivism in the West and establishes the subject as a field of interest. The volume will explore those limits and bring to life the resulting doctrinal, procedural, and institutional compromises of the early twentieth century that might be said to have defined modern criminal justice administration. The book examines the topic not only in North America and western Europe, with essays on Italy, Germany, France, Spain, the United Kingdom, Belgium, and Finland but also the reception and implementation of positivist ideas in Brazil....
Três décadas após sua morte, uma geração diferente de intelectuais, pesquisadores e ativistas, em distintos contextos, realiza suas próprias investigações. Faz isso em um mundo que Foucault dificilmente vislumbrou – das novas tecnologias da informação e comunicação, do novo papel geopolítico de economias emergentes como o Brasil, da revisão de políticas de segurança e biossegurança, da ascensão das biotecnologias e da bioeconomia global. O que essas investigações podem aproveitar de Foucault? Um não discipulado, com certeza. Não aplicação, como se suas obras formassem um compêndio oficial de teorias e métodos. Não a descoberta repetitiva da mão escondida do neoliberalismo por detrás de toda injustiça. Entretanto, talvez, um éthos de investigação, uma preocupação de entender, antes de qualquer juízo normativo, as forças e práticas que nos constituem, em suas especificidades, com seus próprios complementos de custos e benefícios. Nikolas Rose Kings College of London
O presente volume buscará problematizar as ações modernizadoras tendo como objetivo a homogeneização de culturas subalternas. A partir dessa concepção, será apresentado o Direito à Diferença como espectro hegemônico da modernidade, envolvido por uma lógica de “permissão”. A fim de romper com essa concepção de “permissão” para uma lógica de “conquista”, será exposto o Direito à Diversidade como Infiltrações Modernas, apresentando possibilidades de ruptura com o paradigma uniformizador hegemônico da modernidade. Editora Initia Via
La Revue d’anthropologie des Connaissances se propose d’explorer un champ de réflexion formé de nombreux travaux à la fois théoriques et pratiques qui visent à montrer comment la connaissance se forme et se diffuse.La revue publie des articles en provenance des sciences sociales qui s’attachent à l’étude des connaissances réalisées comme discours, comme pratiques, ou comme dispositifs techniques ; sur les conditions de leur production, de leur utilisation, de leur transmission et, plus largement, de leur mobilisation par les collectifs d’humains. Le terme « anthropologie » est pris ici non pas dans son sens particulier, mais au sens général d’enquête multidisciplinaire sur les pratiques et les conduites, sur les représentations et les idéologies, sur les professions, les organisations et les institutions, sur les techniques et les productions dans leurs singularités historiques.
Manual da Enciclopédia Eletrônica de História da Psicologia (WikiHP), com informações sobre sua história, funcionamento, normas editoriais, combate ao plágio e ao vandalismo, entre outras orientações importantes