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Partindo da idéia de que um povo e uma cidade livres são um povo e uma cidade armados, Maquiavel (1469-1527) concebeu um dos mais importantes tratados sobre estratégia militar. Antes de Maquiavel, eram praticamente inexistentes convenções de guerra hoje elementares, como organização dos exércitos, hierarquia e código militares. "A arte da guerra" apresentou, entre outros, o conceito de formação de tropas e conferiu à disciplina importância fundamental para o êxito do combate. Maquiavel desenvolveu esse pensamento radicalmente inovador e criou uma meticulosa obra na qual, a partir do isolamento do fenômeno do poder e da sua relação intrínseca com o uso da força – até mesmo da violência –, são criados os meios para a conquista, a manutenção e a preservação do poder político. Publicada há cerca de 500 anos, esta obra já conquistou leitores célebres como Napoleão e Frederico II, o Grande, e se faz essencial para todo e qualquer estrategista.
E’ comodo definirsi scrittori da parte di chi non ha arte né parte. I letterati, che non siano poeti, cioè scrittori stringati, si dividono in narratori e saggisti. E’ facile scrivere “C’era una volta….” e parlare di cazzate con nomi di fantasia. In questo modo il successo è assicurato e non hai rompiballe che si sentono diffamati e che ti querelano e che, spesso, sono gli stessi che ti condannano. Meno facile è essere saggisti e scrivere “C’è adesso….” e parlare di cose reali con nomi e cognomi. Impossibile poi è essere saggisti e scrivere delle malefatte dei magistrati e del Potere in generale, che per logica ti perseguitano per farti cessare di scrivere. Devastan...