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"A melodia trágica" reúne 13 textos, a grande maioria dedicada ao estudo crítico da canção popular, sendo dois deles ficcionais. Publicados originalmente no blog Godard City entre 2009 e 2017, os textos demonstram a evolução do pensamento crítico de Rogério Skylab ao longo do tempo — e das significativas mudanças da indústria da música na segunda década do século XXI.
A Nova MPB surgiu como termo controverso na crítica musical brasileira no início do século XXI para se referir a atores que se apresentaram no contexto de reconfiguração da indústria da música, desencadeado pelas plataformas digitais e o download de músicas pela internet, levantando questionamentos sobre a Música Popular Brasileira (MPB). Este livro é o resultado de dois anos de pesquisa de Mestrado na linha Estética e Culturas da Imagem e do Som do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), financiada com bolsa de estudos concedida pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), e apresenta uma c...
NIETZSCHE NÃO TINHA DENTES é uma viagem anarco filosófica existencialista sobre a obra de Lôlo e sua intersecção com Nietzsche..
O segundo volume de História da música popular brasileira – sem preconceitos traz um mapeamento completo desde o fim dos anos 1970 até o início dos anos 2020. Rodrigo Faour, já no primeiro volume de História da música popular brasileira, alertava que não existe apenas uma música popular brasileira, e sim várias, todas do seu próprio jeito. Enquanto o livro anterior abordava a história da música desde de 1500 até os anos 1970 e tratava de ritmos como choro, samba, marchinha, valsa, frevo, carimbó, samba-rock, pagode, forró, sertanejo, brega etc., este segundo volume compreende pouco mais de quarenta anos: do final transgressor dos explosivos anos 1970, quando houve um grande...
A orgia tem seu fluxo, agora a passos curtos, de olhos virados para o alto, com visão e alma sufocadas pelo clarão que os banhava através do teto opaco do tempo, mas transparente na sua origem. O cântico bruto e ensurdecedor vira prece leve.
Heb, um ambicioso aspirante a executivo procura o excêntrico ex-empresário Raimundo Marques para lhe orientar em um programa de coaching. Nos meses de treinamento, Heb aprende muitas lições sobre sabotagem, invasão de domicílio, autoconhecimento, vendas de porta a porta (ou de bar em bar) e o preço da vida de boêmio, mas praticamente nenhuma útil sobre como progredir em sua vida profissional. Nessa trajetória Heb irá conhecer personagens do subúrbio como Hu, o chinês da pastelaria; Sheila, dona de belas pernas; os ébrios amigos do Bar de Clebinho e o nefasto doutor Gilmar, inimigo mortal de seu coach. Ele também deverá enfrentar o maior desafio de sua vida: uma briga agendada com seu novo rival.
Com esta sua primeira coletânea de poemas PIANO RUMOR, Carlos Zürck Cruz se insere na cena da poesia contemporânea com uma poética que "[...] faz barulho quando em seu murmúrio ameno não deixa de expor seus descontentamentos pela injustiça ou pela opressão [...], mas, sobretudo, despe-se ao leitor assumindo [...] a impossibilidade diante da palavra frente ao mistério [...] Vai buscar longe, conjecturas que possam até parecer complexas, rebuscadas, somente para falar o simples, para chegar e iluminar ao outro "a agradável condição humana". "Tira esse pé da parede menino." E a sola do sapato carimbada na parede da varanda era como fazer poesia de uma forma muito serena, mas muito assustadora, mais tarde perceberia. "... você vai fazer quinze anos, já é um homem!" Mas preciso dessa parede, necessito dessas marcas. Era como fazer poesia de uma forma muito assustadora, mas muito serena, mais tarde perceberia.
Minha discussão aqui proposta visa refletir de que modo o niilismo que foi posto sobre a análise na Europa se relaciona com o niilismo particular que está hospedado aqui no Brasil. Niilismo é um dos conceitos fundamentais para que possamos compreender o pensamento filosófico dos últimos dois séculos, por isso necessita ser (des)arquivado. Esta obra é um convite à reflexão sobre o mais sinistro de todos os hóspedes.
Revista Trip. Um olhar criativo para a diversidade, em reportagens de comportamento, esportes de prancha, cultura pop, viagens, além dos ensaios de Trip Girl e grandes entrevistas